Porto Alegre | Desbravando

Pois é. Estou aqui em “Puerto Aliegre”. E chegar aqui já foi impactante.

“Senhor Bruno, não há reserva para o senhor.” Como assim não tem, minha filha? Fiz essa marda via internet. “Mas aqui não consta. Qual é seu email?” Eu disse. “Aqui constra como Ricardo Pereira da Silva esse email”. Mas é meu email. “O Senhor é de Goiás?” Não, não sou. Campinas, meu anjo. “Sua reserva consta pra esse Ricardo Pereira da Silva, de Goiânia. O senhor tem certeza que não se chama Ricardo?”.

Ok, para por aqui. Essa atendente não merece mais que isso.
Tudo bem. Estou agora hospedado onde deveria estar.

Saí pra dar um rolezón pela cidade. Impressionante como todo porto-alegrense tem cara de parente da Família Lima, roqueiro independente e viado. Ou tudo ao mesmo tempo.

Fui primeiro no Centro Cultural Mário Quintana, na Travessa dos Cataventos, que é um prédio.. rosa, que liga duas ruas, a Rua dos Andradas e a Sete de Setembro. Muito bonito o lugar, bem distribuído, muita cultura... foi lá que tirei minha primeira boa foto.

Seguindo pela Rua dos Andradas, que tem até uma feirinha hippie, cheguei ao Gayzômetro Gasômetro. Outro centro cultural. A usina era uma termelétrica que fornecia energia pra cidade através de fornos de carvão mineral. Ficou muito bonito, muito organizado. A margem do lago Guaíba é muito bonita, e enfumaçada de tanta gente fumando maconha em tudo quanto é moita que existe. Tem moita, tem maconha. Mas o trabalho de restauração e revitalização da usina foi muito bem feita e ficou muito bonito.

Voltei pro hotel assim que foi-se o pôr do sol.

Agora a noite saí pra comer alguma coisa. A rua General Lima e Silva, que é do lado do hotel tem muitas opções, mas fiquei na primeira, que achei mais simpática e tinha mais gente. Mandei baixar uma parmegiana e uma capiroska de Smirnoff. O primeiro a chegar foi a caipora. Quase dois litros! Já fiquei esperto. Chegou a salada, uma puta travessa! Arroz, batata frita, maionese, e a parmegiana. Sem brincadeira nenhuma. Dava pra alimentar a família Baldwin!

Quase morri tentando comer tudo aquilo e não cheguei nem na metade. Minha dor no coração podia ser comparada a um infarto de deixar aquilo tudo de comida pra lá. Mas ainda tenho amor próprio.

E depois de dois litros de capiroska, que só tinha 3 rodelas de limão, o resto era bódega, estou aqui, escrevendo pra vocês. Ê laíá!

Vou pra cama dormir e enquanto isso vocês ficam com umas fotos que fiz hoje.
Beijosnonmeliga

De Porto Alegre

Cena típica gaúcha

De Porto Alegre

Usina Gasômetro

De Porto Alegre

Margem do lago Guaíba

De Porto Alegre

Mais da margem

De Porto Alegre

Árvore do lado do Gasômetro

De Porto Alegre

Elis Regina fazendo chifrinho em mim. Olha a cara de sem-vergonha!

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Corinthiano Apostólico Romano, trabalhador do petróleo brasileiro, empreendedor da Santa Querupita Clothing Co., fotógrafo, corredor, mountain biker, Lu Patinadora e apaixonado pela Ilanna.

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