Carma...

Às vezes tomamos decisões precipitadas. Não pensamos antes de agir. Por mais que a gente saiba que vai se arrepender, cedo ou tarde, fazemos mesmo assim. E o arrependimento surge sempre na manhã seguinte, acompanhado de uma boa dor de cabeça. E uma imensa xícara de café não vai ajudar em nada.

Arrependimentos. Mesmo com todo o choque que vem a galope, por dentro, ainda assim, ficamos tentados a fazer, repetidas vezes, mesmo que seja a coisa mais louca e sem propósito. E essas atitudes sempre que podem voltam contra nós, e bem quando estamos desprevenidos.

Mas tem aquele apoio para não nos sentirmos arrependidos completamente, e que pode evitar possíveis surtos, o tal do “pelo menos dei a cara a tapa”. Ainda podemos dizer que é carma. É. É isso! O que está acontecendo não passa de puro carma. Eu só fiz porque estava escrito nas estrelas, na dica do Personare, que assim seria. E acabou sendo. Não teria como fugir. É carma.

E se você assume que tudo que poderia ser arrependimento agora ganha status de carma, prepare-se. O carma nos olha cara a cara. Ele conhece você tanto quanto aquele seu amigo de infância. O carma faz com que você olhe pra si, e veja no que você vai se meter. Isso pode ser benefico? Até pode. Mas, se tratando de carma, vai acabar virando dor de cabeça com arrependimento. E não adianta fugir, muito menos reclamar. Carma acha a gente. E a gente tenta o carma a nos pegar de surpresa.

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Corinthiano Apostólico Romano, trabalhador do petróleo brasileiro, empreendedor da Santa Querupita Clothing Co., fotógrafo, corredor, mountain biker, Lu Patinadora e apaixonado pela Ilanna.

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