Minha primeira Copa Trifon Ivanov

O time do Ajaxanã: Em pé: Felipe Corazza, Tonkiel, Caique, Matheus Rocha.
Sentados: Eu, Eric Franco, Julio Cesar, Rafael


Minha primeira Copa Trifon Ivanov foi a segunda. Na primeira só fiquei sabendo depois que aconteceu, mas o falatório todo me deixou empolgado para a próxima edição. Eu adoro jogar futebol, e poder cornetar amigos de longa data e gente que eu só conhecia pela @ do Twitter seria legal demais.

A corneta. Esta que não pode calar.

Fiquei ligado nas inscrições e assim que abriu, mandei a minha, mas acabei ficando na lista de espera. Fiquei frustrado, mas com esperança de que houvessem desistências. Passou um tempo e eu já não tinha mais esta esperança toda, até que o Eric Franco veio falar comigo que provavelmente eu jogaria no time do Ajaxanã. Ao mesmo tempo o Thom, do Bexiga Saint Genaro também veio falar comigo e depois de uma disputa de bastidores, acabei ficando no time holandês-paulistano.

Quis o destino que eu jogasse no time que protagonizaria o maior e mais copeiro jogo da história das Copas.

Depois de um começo empolgante, o Ajaxanã levou duas sapecadas e acabou na Série B da Copa (Série Fluminense) e fomos disputar a fase da e mata-sem-segundo-mata com o time do Moocabi Haifa. Nunca apanhei tanto num jogo de futebol. O juiz decidiu o jogo antes mesmo de começar. Já tinha na cabeça (além do chapéu panamá) o vencedor da partida e fomos ASSALTADOS no jogo, com todas as faltas invertidas e faltas inexistentes sendo dadas ao time adversário. Tal fato tirou nosso time do prumo e o jogo se tornou o mais nervoso e "peleado" do Libertadores Trifonzão. Júlio César, em fato inédito no futebol, saiu de campo sem camisa e voltou segundos depois com camisa para dar continuidade ao jogo.

Perdemos o jogo, mas entramos para a história.

Se futebolisticamente não tivemos uma boa performance, o dia com os amigos foi coisa pra se guardar na memória. Pude rever amigos que não via há anos, amigos do peito, colegas, gente que não conhecia pessoalmente, gente que via internet não é dos mas simpáticos, ao vivo se mostraram pessoas fantásticas. Só boas experiências. Não trouxe de volta nada de desagradável (a não ser o roxo e a marca das chuteiras do Yuri no meu joelho).

Já agradeci pelo Facebook à todos que fizeram esse dia super especial, então não vou citar nomes por aqui. Mas faço um agradecimento geral pela simpatia de todos, e pelos esforços dos organizadores para que tudo saísse como saiu: Perfeito.

Obrigado!

foto por Paulo Afonso



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Corinthiano Apostólico Romano, trabalhador do petróleo brasileiro, empreendedor da Santa Querupita Clothing Co., fotógrafo, corredor, mountain biker, Lu Patinadora e apaixonado pela Ilanna.

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