Cadê o futebol de base no Corinthians?


Lulinha: O maior feito da promessa de super-craque foi ter despencado no túnel do Pacaembu.

Muito se cobra da comissão técnica corinthiana a utilização de pratas da casa no time de cima. Jogadores que foram campeões da Copa São Paulo ou mesmo que se destacaram nos últimos anos nas categorias de baixo tem "subido" para o elenco principal, treinado com o grupo, mas dificilmente são utilizados em jogos oficiais.

Fato é que as categorias de base do Corinthians, por mais que venham ganhando competições, não tem formado grandes jogadores. Um problema sério para um clube que quer se manter entre os melhores do mundo.

Paremos para pensar. Jogadores vindos da Copinha, que geralmente a torcida cobrava uma chance nos profissionais, geralmente são emprestados a clubes menores para ganhar experiência e acabam sumindo. Casos como os dos campeões da Copa São Paulo de 2009, o lateral Bruno Bertucci e o atacante Marcelinho. O primeiro surgiu como um grande candidato a assumir a lateral esquerda do escrete corinthiano, mas depois de horríveis aparições, foi emprestado, emprestado e emprestado novamente. Hoje joga no Neftçi Baku, do Azerbaijão. Já Marcelinho, também com aparições muito ruins no time de cima, foi emprestado várias vezes e hoje é jogador do FC Karpaty, da Ucrânia. Campeões de 2012 pelo Corinthians, Matheus, que apontava como grande revelação, foi emprestado ao Bragantino algumas vezes e, sem sucesso, regressou. Hoje treina com o grupo mas não faz parte dos planos de Tite. Giovanni que teve mais oportunidades e chegou a fazer gol em um clássico, está na reserva da Ponte Preta, emprestado.

Pra não dizer que é tudo uma "merda", o zagueiro Marquinhos, que durou pouco nos profissionais, é o zagueiro sensação da Europa, hoje no Paris Saint Germain. Além de Igor e Léo que vem se firmando no elenco profissional do Corinthians.

Para que o Corinthians não tenha que apelar para contratações como Felipe (zagueiro) e William Arão (hoje na Portuguesa), o trabalho de base no Corinthians tem que ser muito mais bem feito. Promessa do presidente Mário Gobbi em campanha, a base do Corinthians ainda é amadora demais, no modo pejorativo da palavra. Muita coisa tem que ser feita, mas parece que pouco (ou nada) está acontecendo.

Estamos de olho, Gobbi!

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Corinthiano Apostólico Romano, trabalhador do petróleo brasileiro, empreendedor da Santa Querupita Clothing Co., fotógrafo, corredor, mountain biker, Lu Patinadora e apaixonado pela Ilanna.

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